domingo, 31 de julho de 2011

Café na Copa 2014 – Sorteio define equipes das Eliminatórias e expõe problemas do Brasil



E o ponta pé inicial foi dado para a realização dos jogos da Copa do Mundo 2014 no Brasil. Nesse sábado (30/07), a Rede Globo transmitiu ao vivo e com exclusividade, às 14h45, o sorteio das eliminatórias da Copa. Promovido pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), o evento aconteceu na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, sob a apresentação de Fernanda Lima e Tadeu Schmidt. Mais de 160 seleções da África, Ásia, Europa, América do Norte, do Sul, Central e Caribe e Oceania disputam as 31 vagas para a #Copa2014. O Brasil já tem lugar garantido por ser o país-sede da competição.


Na Globo, a ancoragem da transmissão foi feita por Galvão Bueno, ao lado dos comentaristas Walter Casagrande e Júnior. Toda a captação de imagens foi feita pela Rede Globo, eleita pela Fifa para realizar o trabalho. Mais de 130 profissionais foram mobilizados para a função, com três unidades móveis de transmissão dedicadas ao evento. A cerimônia contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff (PT), ministros e representantes das seleções que participaram do sorteio, além de diversas autoridades do esporte e das 12 cidades-sede da Copa no Brasil. Veja no vídeo abaixo como foi dividido o sorteio:




Veja também:



De acordo com os organizadores, foi estimada uma audiência de meio bilhão de pessoas em mais de 200 países. Segundo dados não consolidados no Ibope, a Rede Globo manteve a liderança durante toda a transmissão, com uma média de 14 pontos. O evento contou com shows de Ivete Sangalo, Ana Carolina, Ivan Lins e uma homenagem a Tom Jobim. Assista a reportagem:

Durante a cerimônia de sorteio dos grupos, a presidenta Dilma Rousseff convidou o mundo a conhecer o Brasil e os brasileiros. “O Brasil continua a ser identificado como o país do futebol. E isso nos envaidece. Nós amamos o futebol. Ganhamos cinco copas do Mundo e aqui nasceram muitos dos maiores craques de todos os tempos. Convido os povos do mundo inteiro a conhecer o Brasil e os brasileiros. (...) Estamos fazendo a nossa parte para que a Copa seja a melhor de todos os tempos. Estejam certos de que esse novo Brasil estará pronto para encantar o mundo em 2014”.

Manifestação

Do lado de fora do evento, manifestantes protestaram contra remoções que serão feitas em função das obras do Mundial e pediram a saída de Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Ainda, professores, taxistas e outras categorias aderiram à manifestação para reivindicar também melhores condições de trabalho.

O protesto foi organizado pelo Comitê Social da Copa 2014 e dos Jogos Olímpicos. Segundo a organização, mais de 20 mil pessoas serão desalojadas para que suas casas dêem lugar a vias expressas. Marcelo Braga Edmundo, coordenador da Central de Movimentos Populares disse que as remoções podem ser evitadas e desrespeitam tratados internacionais de direito à moradia. “A estimativa é que 130 comunidades sejam removidas. Os números são imprecisos, mas as alternativas até agora têm sido indenizações irrisórias de cerca de R$ 10 mil ou de programas de moradia em locais afastados, de até 70 quilômetros de distância de onde as pessoas vivem hoje, sem infra-estrutura ou serviços”.

Segundo o Professor do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Carlos Vainer, que participou da manifestação, falta mais transparência da administração pública com os gastos da Copa.  “A sociedade não sabe qual o impacto dos gastos e dívidas que estão sendo contraídas sobre o orçamento público. Por exemplo, a Transoeste e a Transcarioca [vias BRTs], eles não dizem por onde vão passar de maneira claro por onde vão passar e quantas pessoas serão removidas, mas a cada dia sai no Diário Oficial um decreto do prefeito dizendo que o imóvel de número tal da rua tal desapropriado por utilidade pública", explica Vainer.



*Com informações da Agência Brasil / Fotos: Reuters.







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Wander Veroni
Jornalista

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Ponto de Vista – Datena pede demissão e aflora crise na Record



E a lua de mel entre José Luiz Datena e Rede Record durou pouco. Nessa sexta-feira (29/07), Datena pediu demissão da Record e voltou para a Band. Foram 43 dias – quase dois meses, onde a emissora da Barra Funda ressuscitou o antigo Cidade Alerta e voltou a investir no jornalismo mundo cão. 

Polêmico e volátil, Datena – desde que foi para a Record, não escondeu que estava namorando a Band. A notícia foi dada com exclusividade pelo jornalista Flávio Ricco, do Uol, e repercutida à exaustão pelas redes sociais e nos demais portais de notícias. Menos o @portalR7, que até o fechamento deste texto, não deu uma linha sobre o episódio. Assista a despedida:






Mesmo tentando manter as aparências, o fato é que Datena estava insatisfeito com a censura do jornalismo da Record. Em entrevista ao jornalista Alberto Pereira Jr, que faz a Coluna Zapping, do @siteF5, da Folha.Com, Datena disse:  "É difícil um jornalista trabalhar sem liberdade". 


O colunista ainda revelou que Datena "era censurado e tinha de definir diariamente as reportagens de seu programa com a alta cúpula. Não podia tratar de temas religiosos nem de crimes contra gays. A multa milionária, de cerca de R$ 18 milhões – que ele tinha com a Record e motivou a sua transferência, foi perdoada. De volta à Band, ele reassumirá o Brasil Urgente no dia 8 de agosto. Com o retorno do 'filho pródigo', Luciano Faccioli retoma o comando do telejornal matutino Primeiro Jornal". Talvez não seria a hora ideal de Datena pedir à Band um descanso de imagem de pelo menos dois meses, não? #FicaADica


Mas a saída de Datena da Record aflora uma crise que já existe há algum tempo na emissora de Edir Macedo. O vale-tudo pela audiência fez com que a emissora sacrificasse os intervalos comerciais durante boa parte da programação, além de contratar artistas e jornalistas a peso de ouro, num valor que não condiz com o mercado. 

No final, ao fechar a conta, a Record verificou o peso dessa estratégia: um aumento significativo nos gastos. Para variar, a corda arrebentou para o lado dos mais fracos. Ao invés de rever o seu organograma, diminuir salários e colocar pessoas na direção que realmente entende de televisão, a emissora da Barra Funda ordenou fim das horas extras e uma economia de luz, água, telefone e internet.

Não que a Record esteja com problemas financeiros. A questão é outra. Gastou-se muito e não obteve o retorno esperado. Difícil fechar as contas da TV quando o comercial é sacrificado para aumentar pontos de audiência. O mercado publicitário reagiu. 

A emissora voltou atrás e quer colocar a casa em ordem. Será? Outro problema da Record, de um tempo para cá, são as constantes mudanças de horários de programas. Não há tradição nos horários e basta alguém novo entrar na direção que tudo muda, principalmente nas Praças.

Sem se dar conta desses problemas pontuais, a Record atrasa o seu plano de “caminho da liderança” e se vê brigando diretamente com SBT e Band. Com um abismo de folga, a Globo observa de camarote essa crise que – se houver boa vontade administrativa e gente competente, ainda dá tempo de ser solucionada. 

Prova do “inferno astral” da Record é #AFazenda4, que ainda não decolou no Ibope em São Paulo, mas é tem alcançado números expressivos no Rio de Janeiro e no Nordeste. Com o amigo @annystonreal disse uma vez: a Record tem síndrome de Lady Kate. Tem dinheiro, mas falta o “gramoour”. Hora de rever isso, antes que seja tarde demais.




___________________________________________
*Observação: Este artigo faz parte da minha participação na seção Ponto de Vista, do site do Cena Aberta, onde três jornalistas publicam um artigo mostrando pontos diferenciados sobre o mesmo assunto. Todo sábado você vai encontrar artigo escritos por Endrigo Annyston, Emanuelle Najjar e Wander Veroni.






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Wander Veroni
Jornalista

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sábado, 30 de julho de 2011

A Fazenda 4 – Impressões de um Jogo que começa a se desenrolar



Discussões, brigas e muitos, mas muitos desafetos. Nesta quarta edição de #AFazenda, ao que parece, a produção do programa quer que o reality se resuma apenas a isso. Tudo bem, o conflito é a base de qualquer roteiro, mas não deve ser o único ingrediente. Prova disso é que a própria Record ainda tem uma certa dificuldade em produzir a “novelinha” diária dos peões.

Muitas vezes, algumas histórias ficam soltas ou nem são contadas. E não adianta apelar para a transmissão ao vivo 24h no R7. A produção faz questão de cortar o áudio quando uma conversa é mais reveladora ou há indício de um bom material para a edição da TV aberta. Ao invés de ter a internet como aliada, a Record queima um produto que tinha tudo para ser um sucesso. Complicado!

E os atropelos não param por aí: mesmo na quarta temporada do programa, o apresentador Britto Jr. ainda não encontrou o tom certo. Ora se mostra entrosado com os participantes e empolgado, ora alheio e indiferente. Sem contar que é notório a dificuldade dele de explicar as regras das provas e do próprio Jogo de Confinamento. Assim fica difícil! Não adianta ficar indiferente as críticas, pois isso é algo dito deste a primeira edição, tanto por jornalistas, quanto por blogueiros.

Por outro lado, a produção conseguiu um progresso interessante para @fazendarecord. As provas do Desafio Semanal tem um peso maior no Jogo e deixam os participantes numa verdadeira sinuca de bico, pois é quase impossível pensar numa estratégia individual para se manter na disputa. Ao mesmo tempo, vale lembrar que no final das contas, só haverá um vencedor.

No quesito audiência, a imprensa paulista tem sido um pouco dura, mas não deixa de ter razão. Em São Paulo, #AFazenda4 anda patinando na audiência e aparenta sofrer rejeição. Na noite da primeira eliminação, o reality rural 11 pontos no Ibope - cada ponto corresponde a cerca de 60 mil domicílios na Grande São Paulo. Na média nacional, a atração está com 14 pontos e tem potencial para dar mais, só falta um pouco mais de “maldade” da produção em saber tocar o barco. Está faltando intervir mais para por lenha na fogueira e não deixar o reality show virar uma colônia de férias no campo. Confira, abaixo, algumas impressões desses primeiros 11 dias de exibição do programa:

  • A maior parte do telespectador de #AFazenda4 ainda não aprendeu a votar. Eliminou, novamente, como na edição anterior, um participante polêmico na primeira semana. Trata-se de Renata Banhara, auto-intitulada de “personalidade de mídia”. Tudo bem que Banhara não é flor que se cheire, mas ela era um tipo de participante que não pode faltar em um reality show: aquele que gosta de bater de frente com os outros e adora um mexerico. Será que não vale uma repescagem no meio do programa?
  • Falta mais maldade da produção de #AFazenda4 para interferir no Jogo e não deixar que os participantes polêmicos saiam. Que tal fazer provas valendo imunidade e veto do voto do fazendeiro? #FicaADica
  • Por um outra lado, ponto para a produção que criou a nova regra de colocar dois participantes na Roça que perderam o Desafio Semanal, um indicado pela Casa e outro pelo fazendeiro da semana. Colocar os possíveis eliminados para disputar o próximo fazendeiro (líder) vai exigir intelecto dos participantes, pois ao mandar alguém para a possibilidade de eliminação, ele pode voltar imunizado e como fazendeiro. Boa sacada!

  • A volta de Monique Evans foi outro grande barato. Mais esperta, Titia conseguiu segurar as pontas por quase uma semana. Mas na edição dessa sexta-feira (29/07) ela resolveu colocar a boca no trombone e falou umas verdades. O Jogo começou para valer!
  • E por falar em Jogo, Joana Machado e François são outros destaques de #AFazenda4. Participantes que tinham para serem as samambaias da edição já colocaram as garrinhas de fora nos primeiros dias. Muito bom! Acredito que eles são os únicos ligados na mecânica do Jogo de confinamento e já estão se revelando bons estrategistas. Tem tudo para serem considerados pelo público como vilões, mas na verdade eles são bem espertos. Constroem alianças, mas fazem jogadas individuais. Está interessante!
  • Pelo fato da divisão dos grupos ter sido feito um pouco mais tarde em relação à edição passada – e ainda ter sido arquitetada por participantes que poderiam entrar ou não no Jogo, as equipes foram pensadas (em alguns casos) sem levar em conta alguns laços de afinidade e de força.
  • A divisão das equipes ficou da seguinte maneira.
Grupo Avestruz = Dinei, João Kleber, Thiago, Valesca e Gui.
Grupo Ovelha = François, Marlon, Joana, Duda e Ana.
Grupo Coelho = Taciane, Raquel, Cumpade Washington, Monique e Renata (elimianda).
  • Por conta dessa divisão, alguns participantes estão ignorando as equipes e insistindo nas afinidades particulares. Isso promoveu uma desunião generalizada entre as equipes e aumentou ainda mais o conflito individual. Mesmo alguns participantes se recusando a jogar em grupos, isso pode ser bastante perigoso nessa primeira fase que vale o prêmio de R$ 500 mil.

  • Por afinidade, já existem outras divisões que está rendendo boas histórias:
- Monique jogando sozinha e vendo o circo pegar fogo. Está com a maior pinta de #DouradoFeelings;
- Joana, Duda, Raquel, Taciane e Valesca formando o Clube da Luluzinha;
- João Kleber fazendo o papel de “gerente de boteco”, sempre querendo se meter em tudo;
- Dinei e Cumpade Washington fazendo a linha misógina;
- Dinei achando que é alegria da edição, quando na verdade é visto como chato;
- Cumpade Washington e Raquel Pacheco se isolaram e resolveram ser as samambaias da edição;
- Detalhe: ninguém agüenta mais o ronco do Cumpade Washington e ele ficou chateado por ter sido cutucado à noite. Será que ele não se toca que é ele quem está incomodando e pode virar motivo de voto no futuro?
- Por falar em Washington, Joana me ganhou quando colocou ele em seu devido lugar ao tratar com pouco caso o fato de Raquel ter passado mal por conta da pressão alta e bebedeira na primeira festa.
- François, Gui, Marlon e Thiago são do Clube do Bolinha e estão preocupados com a união das mulheres, mas são não querem assumir que pretendem combinar votos. Duvido!
- Ana está tentando fazer a linha amiga de todo mundo. Mas, em alguns comentários, já colocou as “manguinhas de fora” e se mostra como uma Jogadora atenta;
- Gui declarou que não gosta da voz da Monique. Mas nós aqui de fora sabemos que o real motivo foi o fato da Titia apoiar Janaína Jacobina na edição passada, quando ela revelou que foi agredida pelo ex-namorado (Gui Pádua) e que ele era uma pessoa violenta.
- Gui já bateu de frente com François, apesar da afinidade. Se permanecerem por mais um tempo no programa, acho que ainda vai rolar uma briga mais séria entre os dois. Por ora, ambos estão se segurando...
- Joana Machado (musa da edição), está se mostrando uma excelente jogadora. Inteligente, ela já se ligou que não vale a pena comprar briga das amigas, nem bater de frente sempre.






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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Crônica – Sonhos foram feitos para serem realizados




"O homem mais pobre não é o homem sem dinheiro: é o homem sem sonhos." (Max L. Forman)



Quem aqui tem sonhos? Quem acha que vale a pena lutar por eles? Quais são estes sonhos? O que você faz para realizá-los? Já parou para pensar nisso? Não? Então, faço o convite. Sem sonho a gente não vive. Sonhos fazem parte da vida! Mesmo que diante de tantas adversidades, devemos lutar para realizá-los. Mesmo que apareçam pessoas para nos desestimular, para dizer que estamos lutando contra o vento, o importante é não abandonar os seus sonhos. Lute! Saia do pensamento e parta para a ação. Mas nunca deixe de sonhar...

Sonhos inspiram a gente a viver. Nos fazem crer que podemos ter dias melhores. Sermos pessoas melhores. Fazer o trabalho de formiguinha para um mundo melhor e menos injusto. Sonhos....como é bom sonhar, né! Certa vez li que um homem sem sonhos, é um homem sem destino. Sonhos foram feitos não apenas para ficar guardados na cabeça ou no nosso coração. 

Sonhos merecem virar realidade. Sem adversidade e garra, é quase impossível realizar um sonho. Sonhos não caem do céu e nem são realizados num passe de mágica. Sonhos são inspirações divinas para que você faça a diferença no mundo. Eu sonho. Você sonha? Sonho com tanta coisa....como é bom sonhar!

Tem gente que não sonha. Aliás, sonha. Mas vive com tanto medo que o sonho passa a ser apenas um devaneio e nunca uma realidade. Tão triste isso, né! O medo cega as pessoas. Aprisiona a criatividade e limita o pensamento crítico. Algumas pessoas tem tanto medo de realizar um sonho que apavoram aqueles que querem lutar pelos seus. 

Essas pessoas insignificantes dizem o seguinte: Imagina, que você vai conseguir fazer isso? Você não tem medo de jogar tudo para o alto? Quem é você para querer isso? Se eu fosse você nem mexia com isso e partia para outra. Que outra? Quem nunca escutou isso na vida é porque ainda não deu o primeiro passo para realizar o seu próprio sonho. O sonho é meu e ninguém tasca. Seja firme e nunca deixe de sonhar. Faça um pacto para a sua felicidade pessoal!

Se o medo é uma prisão, o fracasso pode ser um fantasma. E tem pessoas medrosas que não querem enfrentar adversidades. Fazer algo pioneiro. Ser referência ou mudar um pensamento de modo crítico e lutar por atitudes mais éticas. 

Tenho compaixão pelas pessoas que não sonham. Que vivem num mundo pessimista, geralmente é feliz assim. Ou, ainda, há uma classe pior: os acomodados. É tão mais fácil ser assim, não? Não concordar diretamente, olho no olho, mas ser passivo à corrupção, a falta de ética, a má fé, a violência e a falta de caráter. Não é comigo mesmo...nem vou ligar. Cruzes! Infelizmente, tem gente que pensa assim. E, com toda sinceridade, elas não sonham, muito menos querem deixar que você realize os seus sonhos.

Caso esteja cansado de pessoas assim à sua volta, então é hora de rever o seu círculo de amizades ou de conhecidos. Este “grupo dos desanimados” não te pertence mais! Anime-se: seja um sonhador, um visionário. Faça a diferença! Junte-se ao bando, pois os sonhos foram feitos para serem realizados. Se você não acredita nos seus sonhos, fazer o que? Só posso dizer uma coisa: se você não acredita em você, quem vai acreditar? Pense nisso. Sim, seja um sonhador com muito orgulho e não tenha medo de sonhar. Mas não fique só nos devaneios. Sonhos foram feitos para serem realizados. Acredite! 




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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Café com Notícias tem o nome plagiado por novo programa da Rádio Itatiaia


Nesta terça-feira (26/07), por meio de um tweet da amiga jornalista @flavyapereira, fiquei sabendo que a @radioitatia plagiou o nome do blog Café com Notícias, em seu novo programa, que estreia no dia 1º de agosto, de 04h às 06h da manhã. A atração chamará “Café com Notícia” - notícia no singular mesmo, como se isso fosse uma grande diferença. O programa terá a apresentação do jornalista e apresentador Renato Gonçalves. Na hora que soube do ocorrido fiquei muito chateado, principalmente pelo fato de conhecer várias pessoas da produção da emissora e elas, por tabela, me conhecerem por meio do trabalho profissional que desenvolvo com o blog nesses anos todos.


Fiquei decepcionado porque, primeiro, há quase quatro anos participo do programa Rádio Vivo, da Rádio Itatiaia, como debatedor convidado, e sempre no final da minha participação, na hora de mandar abraços, faço o convite para ouvintes acessarem o blog Café com Notícias. Segundo, porque conheço o Renato Gonçalves e ele – por já substituir o José Lino várias vezes no comando do Rádio Vivo, também conhece o meu blog. E, para finalizar o golpe com chave de ouro, há algum tempo o perfil oficial no Twitter da Rádio Itatiaia me bloqueou, o que me inibe de segui-lo, mencioná-lo e, principalmente, ter acesso ao que eles escrevem. Isso é ou não muito suspeito?


Para quem não sabe, segundo o Dicionário Aurélio, o plágio é caracterizado pelo ato de "assinar, apropriar ou apresentar como seu um obra artística, intelectual ou científica de outrem". A origem etimológica da palavra “plágio” vem do grego e do latim (plagios), que possui o significado de trapaça.

Há algumas semanas atrás, na época da minha última participação no Rádio Vivo, no dia 16 de julho, já tinha achado muito suspeito esse block no Twitter. Pensei: o que leva um perfil institucional a bloquear um jornalista que participa de forma voluntária de um programa da rádio há quase quatro anos e que sempre enalteceu o trabalho da emissora nas redes sociais? Fiquei com a pulga atrás da orelha. O grande problema de estrearem com o nome parecido com o meu blog é fato disso possibilitar confusão e associações equivocadas, tanto ao novo programa, quanto ao blog.

Acreditei que esse block deveria ser de um profissional novo na rádio e que não foi com a minha cara...rs. Por isso levei a atitude na esportiva e em off. Mas, agora, juntando os fatos, percebo que nada acontece por acaso. Ao que parece, o bloqueio queria me inibir, de alguma forma, o acesso ao conteúdo da rádio no microblog. Porém, Deus escreve certo por linhas tortas e ilumina os leitores (e amigos) fiéis do Café com Notícias que trouxe o caso à tona e que me ajudaram a repercutir o incidente nessa terça-feira (26/07) à noite via Twitter. Até o fechamento deste post a Rádio Itatiaia não se manifestou nas redes sociais sobre a acusação de plágio.

Daí fiquei pensando: como estrear um programa com o nome de um projeto jornalístico de um colega de imprensa sem ao menos consultá-lo ou notificá-lo? Isso é, no mínimo, falta de ética. E isso me leva a crer que a Rádio Itatiaia (por meio dos funcionários que estão a frente desse novo programa) agiram de má fé e estão querendo plagiar o nome do meu blog que já foi amplamente divulgado pelo microfone da rádio nesses anos todos. Lembrando, que o Café com Notícias vai fazer 4 anos no dia 20 de agosto. Que presentão de grego, hein? Isso vale um processo, claro! Hoje (27/07) mesmo acionei um advogado especializado.

Será que ninguém da produção achou que eu não iria reagir diante disso? Que iria encarar o plágio como uma homenagem ou deferência? Meu Deus...é muita cara de pau! Não entrei em contato a rádio, pois eles na hora que decidiram usar e divulgar o nome do novo programa (no site e no Twitter) não entraram em contato comigo, porque eu haveria de contatá-los? Você ligaria para a casa de alguém que te deu um soco para ele explicar o porquê da agressão? Não, né. Me senti agredido e lesado. Pôxa, vida! Se somos adultos e vivemos em democracia, cabe a Justiça resolver. O que posso explicar para os leitores e amigos é que deixei toda a questão nas mãos do meu advogado. Ponto. E aguardemos o desenrolar dessa história...



Pense bem: uma pessoa que copia o nome de uma obra alheia sem autorização e sem citar a fonte, apenas o faz por incapacidade de fazer, ela mesma, a sua própria obra, é considerado, juridicamente, como plágio. Será que ninguém da produção deste novo programa sabe o que é Ética e Plágio? Vale ressaltar que, além do plágio ser ilegal, esta ação revela desonestidade intelectual.

Ou seja, mesmo que não levado a um tribunal, o plágio é uma atitude socialmente (e moralmente) condenável, ainda mais quando se trata de comunicadores e jornalistas. Pelo entendimento da legislação de direito autoral do Brasil, mesmo que a palavra “Notícia” esteja no singular no nome do novo programa (Café com Notícia), trata-se da apropriação consciente da idéia do outro.

O blog Café com Notícias, na internet, tem mais dois xarás, mais novos, inclusive: um é um portal de notícias da cidade de Lauro de Freitas na Bahia e o outro é também um blog (desativado em 2008) de um programa de rádio na região Norte. Como esses xarás têm uma atuação bem regional e linha editorial completamente diferente da minha, apesar da coincidência, vivemos pacificamente na internet.

Não os considero plagiadores, até porque acredito que eles nem saibam da minha existência. No caso da Rádio Itatiaia é diferente: se eu fui convidado para participar dos programas entre 2007 a 2011, é lógico que eles sabem da existência do Café com Notícias. E eles, sabendo da existência do meu blog, ainda criam um programa homônimo? É muita falta de ética...sinceramente, estou decepcionado com essa história toda. Por conta de todo o ocorrido, hoje procurei um advogado para acionar a rádio juridicamente por plágio, má fé e uso de propriedade intelectual alheia.

Desde já agradeço aos amigos @FlavyaPereira, @heraldoleite, @leticiamurta, @leticiacastro, @silnamibia, @arnaldotrindade, @priialcantara e @silvestremendes pelo apoio. Agradeço, em especial, ao Dr. Alexandre Carvalho, advogado especializado em propriedade intelectual, que topou na hora me defender e dar toda orientação nesse caso para iniciarmos os tramites jurídicos necessários.

Aos leitores e amigos do @cafecnoticias peço para que me ajudem a viralizar esse texto nas redes sociais que você faça parte e que, principalmente, escreva um comentário no final deste post. Peço também para repercutir esta história em blogs, sites, jornais, revistas e outros programas, além, é claro, do Twitter, Facebook, Orkut e nas demais redes sociais para que possamos combater a falta de ética e o desrespeito com a propriedade intelectual do trabalho alheio. O plágio também pode acontecer com você, pense nisso. Vamos juntos nessa luta!






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terça-feira, 26 de julho de 2011

Trânsito de Belo Horizonte pode dar um nó



Diariamente, ao ir para o trabalho, tenho a impressão de que o trânsito de Belo Horizonte (BH) está prestes a dar um nó. Um laço confuso e tão bem amarrado que motoristas, motociclistas e passageiros de ônibus precisam ser criativos e ter muita, mas muita paciência para conseguir desatar algumas cristas. Basta um acidente, uma manifestação popular ou uma obra nas ruas que o tráfego de veículos pára. Não há santo que aguente!


Tudo bem que a capital mineira tem ampliado algumas das suas principais vias públicas nos últimos anos, mas o que vemos todos os dias no tráfego de veículos nos deixa com a pulga atrás da orelha em relação as melhorias, principalmente quando vemos que a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos se aproximam. A sensação é de pânico!

Com turistas e moradores nas ruas por conta dos eventos esportivos, a tendência natural é chegar a um nível insuportável de um gigantesco engarrafamento generalizado. E o que tem sido feito para incentivar o motorista a deixar o carro em casa e usar o transporte público? Nada. Aliás, realmente temos transporte público? Algo a se pensar...

É fato: BH não tem infra-estrutura para sediar grandes eventos. O trânsito da cidade é um exemplo latente disso. Como cidadão que ama a cidade onde mora, gostaria muito de afirmar o contrário, mas isso infelizmente não é possível. Belo Horizonte pede socorro! Seria irresponsável culpar apenas a administração pública atual, mas a culpa não é só deles. 

Há um passado de acomodação no transporte público e na engenharia de tráfego urbano que dificilmente seria revertido em apenas quatro anos de governo. Claro, poderia ser um início de mudança, mas é preciso que não só iniciativa dos atuais governantes, mas de uma próxima geração de políticos desperte a consciência para a importância dessa pauta para rotina da cidade. Ano que vem tem eleição municipal. Será que algum político colocou o transporte público e o trânsito como plataforma de governo?

Enquanto muitos empresários do setor de transporte continuarem patrocinando campanhas políticas, dificilmente veremos ações públicas de fortalecimento do metrô, por exemplo. O lobby é muito forte para que o metrô em BH não aconteça de fato. São mais de 20 anos de descaso. Se não me engano, foi no governo do prefeito Célio de Castro/Fernando Pimentel, que Venda Nova ganhou uma estação de metrô. Depois disso, nenhuma outra estação foi construída. Lamentável!

Claro, para o metrô acontecer em Belo Horizonte é preciso que as iniciativas privada, municipais, estadual e federal se unam, o que nem sempre acontece. Já passou da hora da Grande BH também ser incluída na ampliação do metrô, mas até agora tudo isso não passa de projetos. Brigas partidárias e a pressão do empresariado [do setor de transportes] sempre pesam contra. Nenhum grupo político ainda comprou essa pauta como prioridade, o que é uma pena.

Mesmo com todos os problemas típicos de uma grande metrópole, a cidade de São Paulo, por exemplo, pode se orgulhar de ter um metrô com várias linhas e que atende uma pluralidade de regiões. A título de comparação, Belo Horizonte não tem nem o rascunho disso. Boa parte da atual linha do metrô é herança da antiga malha ferroviária – que aliás, nem mais trem urbano e intermunicipal possui. Engraçado que, quando olhamos para o exterior, o metrô e o trem sempre são as alternativas mais comentadas de transporte público. Enquanto isso, BH apenas insiste em associar transporte público aos ônibus. Triste retrocesso!

Só de pensar que o belo-horizontino já teve a passagem de ônibus custando R$ 0,35 – e hoje custa R$ 2,45, já conseguimos perceber o quanto esse sistema – que para alguns bairros é o único meio de transporte público, anda sucateado e superfaturado. Lembrando que as empresas de transporte recebem concessão da Prefeitura de BH para atuar nesse segmento. Pense bem: se o preço do combustível está em torno de R$ 2,15 e o transporte público mal funciona, é quase um incentivo (subentendido) para que se aumente a frota de carros e motos, não é mesmo?

E foi exatamente isso que aconteceu: o número de veículos subiu de 655 mil, em 2000, para quase 1,3 milhão em 2010. Segundo dados do Detran-MG, o aumento mais significativo na capital foi de 2006 para 2007, quando a frota aumentou 9,57%, passando de 931.287 para 1.020.465. O aumento do número de motocicletas também impressiona. Em 1999, eram 44.634. Em 2009 subiu para 122.917, um crescimento de 175%. Num prognóstico pessimista, o trânsito da cidade tem tudo para dar um nó, literalmente. Só espero que não seja tarde demais para desatá-lo.





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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Ponto de Vista – Produção de A Fazenda 4 precisa ficar mais atenta



Nesta terça-feira (19/07), a Rede Record estreou a quarta edição de #AFazenda. Apresentado por Britto Jr., o programa foi exibido às 22h50, pegando o telespectador de surpresa, numa tentativa de ganhar certa vantagem sobre a Rede Globo, que exibia a nova novela das 11h da noite, #OAstro 

Durante toda exibição de #AFazenda4, o reality show da Record alcançou todas as nove palavras-chaves mais comentadas no Trendig Topics do Twitter – só não conseguiu as 10 hashtags, pois a primeira se tratava de uma ação promocional paga. Outra novidade bastante comentada foi a volta da Titia Monique Evans – numa vibe #MarceloDouradoFeelings, que concorreu na repescagem junto com outras duas primeiras eliminadas nas edições passadas. 

Mais uma vez, a produção optou pela separação dos grupos, o que é uma forma de acirrar os ânimos dentro do Jogo de Convivência. No entanto, essa mesma produção ainda se mantém aquém dos acontecimentos, mesmo tendo todos os ingredientes na mão para fazer um bom programa. Falta atenção para ligar os acontecimentos gerados pelos participantes, principalmente no resumo do dia. 

Mesmo erro das edições anteriores, a produção ainda peca por não colocar tanta lenha na fogueira, ao se mostrar passiva a espera de um barraco, gritaria ou confusão para ter um bom material para a “novelinha” diária. No primeiro dia, por exemplo, já seria interessante colocar os participantes no pique, seja numa prova de resistência ou em um Desafio, que já valeria uma imunidade e uma vaga na roça, por exemplo. Nada de moleza!

No mais, a volta de #AFazenda gerou muita expectativa no público e vários prognósticos de quem iria ou não entrar no programa, deixando muitos jornalistas e blogueiros confusos. Apenas o jornalista @fefito, do Blog Na TV, do @iG, havia divulgado os nomes corretos com meses de antecedência. Mesmo sendo exibido dez minutos mais cedo do que o anunciado, a estratégia, apesar dos pesares, teve o seu mérito. 

Em São Paulo, o reality rural obteve 16 pontos contra 19 da Globo. No Rio de Janeiro, a Record venceu por 21 a 20. Em comparação com os anos anteriores, a audiência apresentou uma ligeira queda: #AFazenda1 obteve 16 pontos; #AFazenda2 conquistou 18 pontos e a #AFazenda3 obteve 20 pontos no programa de estreia. Mas, mesmo com o índice de audiência em queda, #AFazenda4 estreou bem e tem segurado a vice-liderança cm folga.

Com um grupo de participantes bem eclético – sendo que alguns já possuem fama de barraqueiros aqui fora, como João Kléber, Renata Banhara, Dinei e Joana Machado; a nova temporada do reality show rural promete muitas confusões – o que é isso que o público do programa quer ver. 

Fato curioso foram as profissões colocadas no GC de alguns participantes no programa de estreua, como Renata Banhara que criou um novo ofício, o de “personalidade mídia”, além de ter afirmado que tem 18 anos de televisão. Aonde? Participação como convidada/entrevistada no Superpop e no TV Fama contam como tempo de trabalho em TV? Desde quando?

A título de comparação, diferente do Big Brother Brasil (BBB), os participantes de A Fazenda não passam o dia no ócio sonhando com a pseudo-fama que podem conquistar quando saírem da atração. Os peões têm o trabalho com os animais, com as plantas e com as provas em grupo do Desafio Semanal, ou seja, estão sempre com a mente articulando o tempo todo. Por já serem famosos, eles já tem uma pré-noção dos trabalhos que vão ter quando voltarem para o “mundo real”. Claro, tem alguns que sonham emplacar um quadro, programa ou mesmo uma vaga numa novela da Record. Normal....mas entre sonhar e conquistar há uma enorme diferença, repare só.

No, #BBB a fantasia de ser famoso é muito forte. Quantos ex-BBBs e ex-Fazenda emplacaram projetos de sucesso depois do confinamento? A minha teoria é que a Globo deveria por fim ao prêmio milionário e dar uma oportunidade do vencedor de ser ator ou apresentador que já teria participante se rasgando inteiro...rs. 

Foram poucos participantes na história do Big Brother que, realmente, queriam a grana e não a fama. Já na fazenda da Record, os participantes já são famosos ou estão engatinhando no meio artístico. Além disso, desde #AFazenda3 o prêmio de R$ 2 milhões tem mexido e muito com a cabeça dos peões, mostrando um verdadeiro desespero pelo dinheiro, além de uma extensão dos 15 minutos de fama e, de preferência, com muito din-din no bolso.

Uma observação que sempre faço, é que tanto o #BBB, quanto #AFazenda, são programas interessantes de serem analisados, do ponto de vista da comunicação. Por serem reality de show de confinamento (produzindo mini-novelinhas com o dia-dia dos participantes), eles são pioneiros aqui no Brasil ao trabalharem com o conceito de transmidia e crossmedia que, a grosso modo, significa pensar um programa não só para TV, mas para transmissão via internet (ao vivo ou com vídeo sob demanda), redes sociais, celular, tablet, rádio, impresso, etc., ou seja, fazer com o que programa transite em várias plataformas e que desperte repercussão instantânea (buzz) entre o público. Creio que é uma observação válida, principalmente para quem trabalha com comunicação ou é entusiasta do assunto.

Confesso que quando assisti ao segundo dia de #AFazenda4, fiquei com medo do marasmo tomar conta como aconteceu na segunda temporada. Muitos participantes fingindo serem bonzinhos, legais e engraçados, quando na verdade, está todo mundo segurando a onda para agradar ao público. Isso é totalmente #Fail! O telespectador de reality show é cruel e não gosta desse tipo de falsidade! Surpresa que promete movimentar o Jogo pela sagacidade de uma boa vilã, é Renata Banhara que já despertou antipatia por boa parte do público, mas que consegue ter uma visão de jogo interessante, a lá Nubia Ólive na saudosa primeira edição da Casa dos Artistas.

Arrisco a dizer que todo mundo ali de #AFazenda4 é da pá virada! Marlon – da dupla sertaneja Marlon e Maicon, que afirmou no vídeo de apresentação ser considerado por todos um “bom moço”, confessou no sofá da sala da fazenda para Renata Banhara, logo no segundo dia de programa, que traiu a ex-mulher com uma fã. João Kléber, com óculos e cachecol de vovó, sempre querendo se intrometer nas conversas que não é chamado é outro que tem tudo para ser outro vilão. 

Dinei, pagando de engraçado, já se mostrou um mala sem alça de primeira. Raquel Pacheco, conhecida como Bruna Surfistinha, não causou e tem grandes chances de ser a samambaia da edição. François, o modelo bonitão que ninguém conhece, saiu do xaxim num súbito excesso de raiva ao ser mal interpretado numa conversa com Gui Pádua e Dinei. E para fechar com chave de ouro, a formação dos grupos e volta de Monique Evans, acirrou ainda mais a disputa que até então estava morna e sem sal. É...a produção escolheu a dedo esse elenco de sub-celebridades. Alguém ainda duvida que o bicho vai pegar? Só se a produção dormir no ponto.



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*Observação: Este artigo faz parte da minha participação na seção Ponto de Vista, do site do Cena Aberta, onde três jornalistas publicam um artigo mostrando pontos diferenciados sobre o mesmo assunto. Todo sábado você vai encontrar artigo escritos por Endrigo Annyston, Emanuelle Najjar e Wander Veroni.








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Wander Veroni
Jornalista

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