
O que pode acontecer quando 15 celebridades são confinadas em uma fazenda durante três meses? A resposta está no formato de A Fazenda, baseado no programa "The Farm", criado originalmente na Suécia pela produtora Strix. A estreia da terceira temporada aconteceu nessa terça-feira (28/09), às 23h, com uma média de 20 pontos e picos de 22 pontos, deixando a Rede Record em primeiro lugar de audiência, segundo dados consolidados do Ibope na Grande São Paulo.
Para você ter uma ideia, a média total de audiência da primeira temporada registrou quase 13 horas em primeiro lugar, com 15 pontos de média e share de 23%. Já a segunda temporada alcançou apenas nove pontos de média, amargando várias vezes o terceiro lugar de audiência durante a semana por conta do sucesso da série “Sobrenatural”, no SBT, que era exibida no mesmo horário.
No programa de estreia, a produção do reality rural surpreendeu com um roteiro mais seguro e ágil. Os peões já estavam morando na fazenda um dia antes e o público pôde já acompanhar o primeiro dia dos artistas no campo. Além disso, os participantes tiveram que ir para sede da fazenda a pé, por meio de um mapa. Seria mais interessante se a produção fizesse uma corrida entre os artistas, onde o primeiro colocado seria o fazendeiro (líder) e o último estaria na roça (eliminação). #ficaadica
Outro detalhe interessante foi os nomes que encabeçam o elenco desta edição. Algumas personalidades como Monique Evans, Sergio Mallandro, Nanny People, Geyse Arruda e Tico Santa Cruz prometem muita polêmica. Um fato que merece ser destacado, foi a lista divulgada pelo jornalista e colunista do UOL @flavioricco que acertou o nome de todos os participantes com quase um mês de antecedência, furando até mesmo o pessoal do R7 – portal de notícias da Record.
» Assista na íntegra "A Fazenda 3":
Para você ter uma ideia, a média total de audiência da primeira temporada registrou quase 13 horas em primeiro lugar, com 15 pontos de média e share de 23%. Já a segunda temporada alcançou apenas nove pontos de média, amargando várias vezes o terceiro lugar de audiência durante a semana por conta do sucesso da série “Sobrenatural”, no SBT, que era exibida no mesmo horário.
No programa de estreia, a produção do reality rural surpreendeu com um roteiro mais seguro e ágil. Os peões já estavam morando na fazenda um dia antes e o público pôde já acompanhar o primeiro dia dos artistas no campo. Além disso, os participantes tiveram que ir para sede da fazenda a pé, por meio de um mapa. Seria mais interessante se a produção fizesse uma corrida entre os artistas, onde o primeiro colocado seria o fazendeiro (líder) e o último estaria na roça (eliminação). #ficaadica
Outro detalhe interessante foi os nomes que encabeçam o elenco desta edição. Algumas personalidades como Monique Evans, Sergio Mallandro, Nanny People, Geyse Arruda e Tico Santa Cruz prometem muita polêmica. Um fato que merece ser destacado, foi a lista divulgada pelo jornalista e colunista do UOL @flavioricco que acertou o nome de todos os participantes com quase um mês de antecedência, furando até mesmo o pessoal do R7 – portal de notícias da Record.» Assista na íntegra "A Fazenda 3":
Apresentado pelo jornalista Britto Jr., o reality show rural promete muitas surpresas para tentar abafar o fracasso de repercussão da segunda temporada. Uma das novidades desta edição é o prêmio final que dobrou de R$ 1 milhão para R$ 2 milhões. Além disso, um prêmio extra de R$ 500 mil em dinheiro, carros, serviços e viagens vão ser disputados pelos participantes durante o programa em uma competição surpresa. Cris Couto continua no programa, só que agora comandando algumas gincanas internas. Para a terceira edição foram escalados novos animais que darão muito trabalho aos peões, são eles: um rebanho de ovelhas francesas, um casal de cisne branco, um casal de perus, pavões, porcos malhados e a égua Xereta que pode dar à luz a um potrinho durante o programa.
Carolina Magalhães, neta do falecido político Antônio Carlos Magalhães, será a nova repórter do reality rural da Record. A modelo deve aparecer entrevistando pessoas nas ruas e repercutindo o que estiver acontecendo no confinamento. Ainda, #AFazenda3 terá a transmissão 24 horas, pelo portal R7, com exceção de algumas provas e também quando estiver ao vivo na TV. Outra novidade é “A Casa da Tapera”. Trata-se de um cômodo para abrigar os indicados à eliminação. A partir desta edição, a seleção da roça acontecerá sempre às terças-feiras e a saída de um dos participantes num programa especial nas noites de quinta-feira, e não mais aos domingos, como acontecia nas temporadas anteriores.
Em entrevista coletiva aos jornalistas em Itu – cidade do interior paulista onde ocorre a gravação do programa, algumas semanas antes de estrear A Fazenda, o diretor geral do reality, Rodrigo Carelli, já aguça a curiosidade do telespectador. “Nesta edição vamos exigir mais dos participantes. As provas e a vida na fazenda serão mais duras. O público também terá mais participação, escolhendo castigos, hora para despertar, etc. A diferença principal é que teremos participantes com diferentes níveis de fama. Tem gente muitíssimo conhecida, outras nem tanto”, explica Carelli.
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Jornalista
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No início da novela, o público torcia pelo amor além da vida de Daniel e Viviane. Mas, na verdade, o filho do médico foi um elo importante para que uma história de amor através dos tempos pudesse ser revivida. A grande mensagem da novela, se pararmos para pensar, estava concentrada no médico Ricardo Aguilar, interpretado por Humberto Martins, pois todas as personagens principais estavam ligadas a ele pelo perdão. Ricardo tinha muito forte na história à missão de ter que aprender a perdoar as pessoas em que ele tanto amou durante a vida. Além disso, a trama trouxe para o debate o tema “espírita”, mostrando que a vida é infinita e que nos somos o reflexo dos nossos atos e o quanto elas interferem na nossa vida.

Além disso, possui diversas publicações premiadas em antologias, das quais a de maior destaque é o Navio Fantasma, publicado na antologia Outras Águas, da Edições Agiraldo, e na antologia de poesias contos e crônicas da All Print Editora, especial para XIV Bienal do Livro – RJ, com o conto O Lago.



“Apesar de a novela ter uma pegada de humor muito forte, o mundo da moda está retratado ali, não há como negar. Desse modo, o telespectador cria identificação com figurinos como o da Malu Mader, da Claudia Raia, da Guilhermina Guinle, entre outras. Acredito que a TV funciona como uma vitrine para as principais tendências do momento”, diz a personal stylist Cláudia.
Outra atração que tem se destacado na TV aberta é o reality show Esquadrão da Moda, no SBT. Do formato original do programa “What Not to Wear” dos canais “Discovery Home & Health” e “BBC”, no Brasil ele apresentado pela top model e consultora de moda Isabella Fiorentino e pelo estilista Arlindo Grund, que tem a dura missão de ensinar às "vítimas" como se vestir bem e com estilo. Em Minas Gerais, o programa local e vespertino da TV Band Minas, Tudo de Bom, da jornalista Bianca Lage, se destaca por se especializar na cobertura de eventos de moda como Minas Trand Preview, São Paulo Fashion Week e Rio Fasion Week.
Ainda, a blogueira e estudante de jornalismo aponta algumas atrações que, segundo ela, são programas televisivos que conseguem tratar a moda de maneira mais informativa para as pessoas. “Penso que dicas e conselhos são sempre bem vindos, afinal você irá apenas sugerir, deixando que a própria pessoa tenha o dissernimento para absorver o que será bom ou ruim para ela. No mais, gosto muito do quadro da Glória Kalil, no Fantástico. Ela, de uma maneira simples e objetiva, consegue falar para diversos públicos e passar informação com clareza. Outro programa bastante interessante é o Project Runway, na TV Paga, comandado pela top Heidi Klum. No reality, jovens estilistas disputam um prêmio mais interessante: um editorial de moda roupas assinadas pelo vencedor em uma grande revista de moda norte americana”, explica.
“O GNT atrai as mulheres de 25 a 49 anos, geralmente independentes e que tem interesses múltiplos, como trabalhar, namorar, estudar e cuidar da própria família. Já o Viva é direcionado às mulheres das classes B e C, formados, principalmente, por donas de casa”, diz Alberto Pecegueiro. Já a diretora do canal, Letícia Muhana, explica que o Viva “foi pensado de uma forma linear para facilitar a compreensão de todos e fidelizar o público. A reapresentação dos programas da Rede Globo em horários e dias alternativos faz parte da estratégia de proporcionar à família a oportunidade de ver e rever seus programas, minisséries e novelas favoritos”.
Na internet, os noveleiros de plantão torcem pela reprise de O Clone, Belíssima, Celebridade, Estrela Guia, O Beijo do Vampiro, A Favorita, Cobras e Lagartos, Um anjo caiu do Céu, sem contar em outros títulos da década de 1990 que mereciam ser reprisados. Qual é a graça de rever uma novela que passou há menos de cinco anos atrás e não foi um grande sucesso? Escolhas equivocadas como essa, mostram o buraco que a TV aberta está cavando, do qual será difícil sair.




Confesso que tentei assistir o “Busão do Brasil”, mas o programa não tem um horário fixo na Band. Na internet – pelo menos no site da Band, só é possível assistir trechos e nunca o programa todos. O “Hipertensão” passa muito tarde. Para quem acorda cedo já é rifado logo de cara. Além do mais, o programa começou outro dia e ainda não é possível avaliar o quanto essa nova proposta sob o comando da jornalista Glenda Kozlowski ficou ou não interessante.
O que chama a atenção em A Cura é o fato da série abordar duas narrativas temporais distintas que se complementam. A primeira é a contemporânea, onde se passa a trajetória do jovem médico Dimas Bevilláqua, vivido pelo ator Selton Mello. Ele teria o dom da cura de doentes, mas ficou traumatizado após ser acusado pela morte de um colega em um caso mal explicado. Já a segunda narrativa se passa no século XVIII, contando a vida do minerador sem escrúpulos, Silvério (Carmo Dalla Vecchia), que faz parte dos antepassados de Dimas.
“Sempre quis fazer a história de um curandeiro. A medicina popular me fascina. A Cura um ajuste de contas através dos séculos, uma trajetória cármica”, diz João Emanuel. “A saga do século XVIII ajuda a entender elementos do presente. A trama é bem brasileira e enaltece a crônica da cidade do interior”, conta Marcos Bernstein, referindo-se à Diamantina (MG), cidade onde se desenrola o seriado.
Também temos a louca da cidade Edelweiss (Ines Peixoto - integrante do 









