terça-feira, 31 de agosto de 2010

Ponto de Vista – Censura ao Humor não teve graça


Foi a piada mais sem graça desse início de período eleitoral. É por meio do humor que muitas pessoas conseguem entender ou fazer uma reflexão sobre algo que está acontecendo no momento ou registro temporal. Tiramos uma onda daquilo que mais marcou durante um determinado período. Mas, ainda bem que a justiça voltou atrás e o Supremo Tribunal Federal concedeu liminar suspendendo o trecho do artigo da lei eleitoral que veta piadas com políticos em programas de televisão durante os três meses que antecedem o pleito.

Ninguém sabe ao certo como a discussão da censura aos humoristas teve início. Mas o fato é que ela foi parar nos jornais, redes sociais, reportagens, blogs e foi tema de debates em programas de TV e rádio. Mesmo parecendo clichê, a política brasileira rende piada. Alguns dos nossos deputados, senadores, prefeitos, vereadores, governadores, secretários, ministros e afins tratam o poder público com descaso. Não são todos. Mas, vira e mexe, vemos algo bombando na mídia, seja em forma de declaração ou atitude equivocada.

Em entrevista para o site da Abraji, o jornalista, apresentador e humorista do CQC, Marcelo Tas, disse uma coisa certa: “O CQC, por exemplo, se tornou um canal de informação para jovens eleitores, o que passou a incomodar e fazer com que o programa se tornasse alvo de intimidações”. Ele náo deixa de estar certo. Falar a verdade e instruir o povo, nem que seja, pelo humor crítico ou escrachado, incomoda muita gente que tem rabo preso.

Se eles fazem piada com o nosso dinheiro, com o nosso país, porque o humor deve se calar? Não deve. Ainda mais em período eleitoral. Se o humor ajudar ao eleitor ver o que está pegando no debate político ou a perceber o perfil de cada candidato está valendo. Temos todo o direito de nos expressar e formar opinião sobre aquilo que nos interessa enquanto agente social. Ainda bem que esse "cala boca" não durou...graças a Deus!

» Confira abaixo uma reportagem sobre o assunto exibido no Jornal Nacional, no dia 27/08:





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*Observação: Este artigo faz parte da minha participação na seção Ponto de Vista, do site do Cena Aberta, onde três jornalistas publicam um artigo mostrando pontos diferenciados sobre o mesmo assunto. Todo sábado você vai encontrar
artigo escritos por Endrigo Annyston, Emanuelle Najjar e Wander Veroni.





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Wander Veroni
Jornalista

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domingo, 29 de agosto de 2010

Dia Nacional de Combate ao Fumo traz alerta para o tabagismo




O tabagismo consiste em consumir cigarros ou outros produtos que contenham tabaco, cujo princípio ativo é a nicotina. Segundo a Fiocruz, a fumaça do cigarro é uma mistura de aproximadamente 4.720 substâncias tóxicas diferentes, causando dependência química. Além disso, o tabagismo causa cerca de 50 doenças diferentes, tais como: a hipertensão, o infarto, a angina, derrame, câncer de pulmão, de boca, laringe, esôfago, estômago, pâncreas, rim e bexiga e pelas doenças respiratórias obstrutivas como a bronquite crônica, enfisema pulmonar e a tuberculose. O tabaco diminui as defesas do organismo e também causa impotência sexual.

No dia 29 de agosto é comemorado, em todo o país, o Dia Nacional de Combate ao Fumo, quando são desenvolvidas campanhas alertando as pessoas sobre males que o cigarro causa. De acordo com último levantamento, realizado em 2009, da Pesquisa Especial do Tabagismo (Petab), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 24,6 milhões de brasileiros são fumantes. Ainda, cerca de 2.700 não-fumantes morrem por ano por doenças decorrentes do tabagismo passivo. A pesquisa mostra também que mais da metade dos entrevistados, 52,1%, afirmou que pretende parar de fumar. Contudo, os especialistas e os próprios fumantes apontam as dificuldades de enfrentar a dependência do tabaco.

De acordo com a Dra. Sabrina Presman, 32 anos, psicóloga especialista em dependência química da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), o Dia Nacional de Combate ao Fumo é um importante alerta para a sociedade. "O Tabagismo ainda é hoje, mesmo com todas as informações sobre os malefícios, é a maior causa de morte evitável no mundo. Pra se ter idéia, morrem no Brasil 200 mil pessoas por ano, o que significa 22 pessoas por hora. Então, datas como essa, são fundamentais para incentivar a discussão da sociedade e chamar atenção para o tema".

Dos dias 28 e 29, a Abead disponibiliza em seu site, um espaço para que os internautas possam enviar suas dúvidas sobre como parar de fumar. As questões serão respondidas pelos especialistas da associação via e-mail. Para enviar dúvidas e buscar orientações, clique aqui. "No último ano, tivemos uma grande procura tanto de fumantes, quanto amigos e familiares que queriam saber como ajudar alguém a largar o fumo. As perguntas em geral são sobre o que é a dependência de nicotina, como a pessoa irá se sentir sem o cigarro, dúvidas sobre tratamento medicamentoso e sobre como lidar com o ganho de peso ao deixar de fumar", explica a Dra. Sabrina Presman.

Legislação

Desde 2005, o Senado Federal ratificou a adesão do Brasil ao primeiro tratado internacional de saúde pública perante a Organização Mundial da Saúde (OMS), cujo objetivo é reduzir o tabagismo em todo mundo e o impacto desse mal sobre a saúde, a economia e o meio ambiente. No Brasil, as medidas desse tratado passaram a ser obrigações legais. No entanto, a lei federal 9.294, que desde 1996 proíbe fumar em recintos coletivos, está defasada em relação à convenção, pois permite áreas para fumar. A extinção dos fumódromos é imperiosa porque não existe sistema de ventilação capaz de reduzir para níveis aceitáveis os riscos do tabagismo passivo.

Em Minas Gerais, desde abril deste ano, é proibido fumar em ambientes fechados e coletivos, o que inclui bares e restaurantes. A lei antifumo entrou em vigor 120 dias depois, período estabelecido para os donos de estabelecimentos se adequarem às novas regras.




» Observação: Apesar deste texto ser de minha autoria, ele foi originalmente publicado no Portal Minas Saúde.





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Wander Veroni
Jornalista


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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Ponto de Vista – TV Pública não é do público




A ideia no papel é bastante interessante. E se funcionasse do jeito que está escrito nos decretos, portarias e afins seria uma maravilha. Mas, infelizmente, a TV Pública no Brasil ainda não é do público ou para o público, de um modo geral. Claro, não dá para generalizar. Há iniciativas em alguns Estados e cidades que deram certo e se tornaram referência na gestão e na produção de conteúdo de qualidade.

Em todo caso, o outro lado da moeda, é mais gritante: as emissoras de radiodifusão públicas ficam à mercê da orientação política da atual administração, pois o Estado é, geralmente, o principal financiador das produções. Isso é ruim? Não. Ver o Estado produzindo programas e material jornalístico informativo de qualidade para toda a sociedade é um bem que não tem preço.

Mas, o que pesa é a falta de visão de alguns administradores públicos que ainda não entenderam a função social da comunicação e do jornalismo. Encaram a TV Pública como gasto, e não como investimento. Em São Paulo, o exemplo mais gritante é o da TV Cultura: uma emissora que ganhou vários prêmios e que, por causa da falta de visão de alguns, adotou a postura de ter programas cancelados, terceirizar produções, demissões em massa, dívidas gigantescas e jornalistas sendo dispensados por falarem a verdade e não maquiarem os fatos.

Agora, mais do que nunca, que estamos em época de eleição, é fundamental resgatar esse passado não tão distante de alguns candidatos e observarmos as ações deles durante os últimos anos. Sem querer fazer qualquer apologia partidária ou política, é importante lembrarmos da iniciativa da TV Brasil que – apesar das críticas ao projeto, tem a missão de unificar e, finalmente, criar uma TV Pública nacional que valorize as produções regionais e a pluralidade do nosso país. Vai dar certo? Só o tempo dirá.

O ideal seria que as emissoras públicas de radiodifusão tivessem uma parte da tonelada de impostos que pagamos – seja uma verba estadual e/ou municipal, destinada para a manutenção e constante investimento que são necessários fazer. Ou ainda, que fosse possível qualquer pessoa física realizar doações para a manutenção dessas emissoras. Assim, o brasileiro pagaria o custo da TV Pública e ela ficaria independente de grupos políticos, partidos ou administradores públicos. Utópico? Talvez. Mas, de todo modo, seria uma alternativa interessante para que a TV pública fosse do público.



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*Observação: Este artigo faz parte da minha participação na seção Ponto de Vista, do site do Cena Aberta, onde três jornalistas publicam um artigo mostrando pontos diferenciados sobre o mesmo assunto. Todo sábado você vai encontrar
artigo escritos por Endrigo Annyston, Emanuelle Najjar e Wander Veroni.





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Wander Veroni
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Carona é alternativa para desafogar o trânsito em BH



Há tempos que o trânsito de Belo Horizonte não é mais o mesmo. Em alguns horários fica impossível não lidar com o mostro urbano chamado engarrafamento. Seja de manhã ou no final da tarde, a capital mineira convive com esse drama. Hoje de manhã, por exemplo, fiquei uma hora e quarenta minutos em um engarrafamento dentro do ônibus. Não havia nenhum acidente, nem veículo estragado na rua. Apenas excesso de carros, motos e ônibus. Apenas? Esse é o principal problema das grandes metrópoles.

Simplesmente, o belohorizontino é tradicional: usa apenas um único caminho para ir ao Centro. Claro, quem lê esse post, pode até pensar que temos várias alternativas. Quem dera! Infelizmente, não temos. Mas, no mínimo duas - ou no máximo três, em alguns casos, isso tem. Por exemplo, quem vem da região norte de BH tem a avenida Antônio Carlos, a avenida Catalão e a avenida Cristiano Machado, tem essas possibilidades de caminho ou, em último caso, criar uma rota alternativa pelos bairros.

No entanto, mais de 90% dos motoristas ainda usam a avenida antônio Carlos, mesmo sabendo que esse corredor viário possui obras em alguns pontos e tem o volume de estudantes da UFMG. Há muito tempo atrás, vi uma entrevista de um engenheiro de trânsito falando justamente sobre isso. O motorista de BH ainda não aprendeu a usar alternativas de caminho, passar por outros bairros e criar uma rota própria fora do trajeto dos ônibus. Parece óbvio falar assim, mas na hora da pressa a última coisa que a gente pensa é desbravar novos caminhos pela cidade. Outra alternativa interessante é carona, que além de ajudar o meio ambiente com menos carros na rua, ajuda desafogar o trânsito de uma forma considerável.

A partir dessa ideia, o Jornal da Alterosa, exibido na TV Alterosa/SBT, iniciou uma série de reportagem sobre sobre mobilidade urbana feita pelo repórter Rangel Faúla. Acompanhe no vídeo abaixo:






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Wander Veroni
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Café Convidado - No marketing, vale a pena ser ser feliz ou ter razão?

Por Gustavo Ernandes*



Dia desses estava em uma reunião de briefing durante um almoço com uma amiga e ouvi uma pessoa comentando com outra: "Você quer ser feliz ou ter razão?". Bem, a pergunta me deixou intrigado . Queria saber qual seria a questão em que elas estavam envolvidas e discutindo. Mas, na verdade, essa não foi a real motivação deste texto. Como profissional do meio publicitário, há mais de 12 anos, fiquei pensando na pergunta em relação ao desenvolvimento de minha atividade durante todo esse tempo.

Marketing hoje é muito mais do que simplesmente utilizar as ferramentas disponíveis para divulgar, fazer girar um produto no ponto-de-venda ou desenvolver uma nova marca. Tantos processos foram criados e tantas estratégias desenvolvidas, mas ainda nos deparamos com situações absurdas e ficamos indignados com a aprovação ou não de determinados jobs.

A cada dia mais atividades são feitas por menos pessoas e isso é um fato corriqueiro em toda grande empresa, seja nacional ou multinacional. A conseqüência disso, é que o tempo ficou mais curto para as pessoas e uma decisão ágil pode ser a diferença entre o certo e o errado.

Ocorre que todo mundo hoje em dia entende de marketing e tem certeza que a sua estratégia é a certa, mas...há casos claros de que o que vale é o cargo/posição de quem está à frente da decisão, mas ela nem sempre é certa. Se esse exemplo encaixa-se com o perfil do seu gerente/diretor, ele se mostra acima do bem e do mal e faz valer sua autoridade, a minha sugestão é ter paciência.

Nesse caso, a razão pode significar uma briga eterna, indisposição com seus pares e até o desligamento da empresa, com inúmeras justificativas por parte do “patrão”. Então, a opção é administrar argumentando com fatos e dados relevantes o processo para tentar reverter à situação. Mas, se nada resolver, o melhor é tentar um reposicionamento no mercado em busca de um ambiente mais agradável e que permita que você além da razão tenha o direito de ser feliz.

Se estiver se perguntando sobre a viabilidade disso, é possível sim conseguir essa façanha. Até porque as estruturas das empresas também estão mudando, bem como a das agências. De tempos em tempos, as agências têm que se reinventar. No entanto, o que está acontecendo, atualmente, é o contrário: é nítido que a estratégia de contratação job-a-job difundida as passos largos, nos últimos anos, vem sendo reavaliada num contexto onde as empresas começam a perceber que a “razão” (custos) não as têm deixado tão “felizes” (resultados).

O fee vem ressurgindo porque as empresas voltaram a perceber que a fidelidade e o conhecimento e vivência das agências em seus negócios podem fazer com que a “felicidade” reapareça aliada a “razão”. O mundo muda o tempo todo e é isso que nos faz diferente, a capacidade de se adaptar as situações que surgem a cada novo dia.

Do que serve ter uma agência para atender a você ou a empresa se ela sempre tem razão e você nunca está feliz? Fugir do lugar comum, propondo estratégias eficientes, atuando com transparência e focando nos resultados, sendo realmente uma agência, que faz a diferença, que busca a solução certa conciliando a “razão” e a “felicidade”. Nos já escolhemos nosso caminho... E você, quer ter razão ou ser feliz?


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*Perfil: Gustavo Ernandes – diretor da Andeloce/AGS – agência brasileira especializada em marketing estratégico.








  • Para participar da seção Café Convidado, do Café com Notícias, basta enviar para o e-mail wander.veroni@gmail.com com um material de sua autoria. Pode ser uma reportagem (texto, áudio ou vídeo), artigo, crônica, fotografias, peças publicitárias, documentário, VT publicitário, spot, jingle, videocast ou podcast. Mas, atenção: pode participar estudantes de Comunicação Social (qualquer habilitação: jornalismo, publicidade, relações públicas, marketing, Rádio e TV, Cinema, Produção Editorial e Design Gráfico), profissionais recém-formados ou profissionais mais experientes. Participe e seja meu convidado para tomarmos um Café! OBSERVAÇÃO: Por ser editor responsável pelo Café com Notícias, o material enviado está sujeito a sofrer edição final para adequação da linha editorial abordada neste espaço.



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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Café com Notícias comemora 3 ANOS no ar




Hoje é um dia de festa! O blog @cafecnoticias está fazendo 3 ANOS no ar na blogosfera. Uma marca que me deixa muito feliz, pois é muito difícil manter um blog por tanto tempo no ar. Quando comecei com o Café, a ideia inicial era ser uma vitrine para o meu trabalho como jornalista. Um espaço em que eu pudesse treinar textos jornalísticos e divulgar o meu trabalho. Com o tempo, quis abrir o leque: transformei o blog em uma revista eletrônica onde pudesse falar sobre temas ligados à comunicação, cultura, comportamento, web, notícias factuais, entretenimento, televisão e mídia, tendo sempre em vista o enfoque crítico e opinativo, sem deixar de lado a informação.

O
Café com Notícias ganhou vida própria e uma gama de leitores de várias partes do Brasil e do mundo, principalmente em Portugal, Cabo Verde e Moçambique, que são países que falam a língua portuguesa. Há também leitores dos Estados Unidos, Japão e de alguns países europeus que tem me deixado surpreso e, ao mesmo tempo, contente por saber que o blog é acessado de outros lugares. Foi por meio do Café que meu trabalho como jornalista ganhou projeção e visibilidade. Graças a ele, fiz amigos queridos por toda a blogosfera e gente que faz parte da minha vida pessoal e profissional.

Nesses três anos posso dizer que a minha vida mudou, ou melhor: que graças ao blog, minha vida tem mudado consideravelmente, todos os dias - e para melhor, graças Deus. Fiquei pensando muito no que escrever neste dia que para mim é tão importante como um aniversário. Sinceramente, não sei. Estou divagando como alguém que conversa com um amigo. Sim, você leitor, amigos de todos os dias, que pelo menos uma vez por dia ou semana, entra neste espaço para tomar um café comigo em meio às notícias. Só posso dizer, muito obrigado a todos que me apoiam e acreditam no
Café com Notícias: muito obrigado! Ah, e vamos comemorar...UHRRRUUUUUL!!!

Promoção

Aniversário sem presente não é aniversário, não é mesmo? Neste terceiro aniversário do
@cafecnoticias quem ganha o presente é você, isso mesmo. Vamos sortear os seguintes presentes:

- Um KIT do 5º Congresso de Jornalismo Investigativo da Abraji que contém: um blusa preta (tamanho G), uma pasta transparente, caneta e dois bloquinhos personalizados do evento.

- Um exemplar do e-book
"Redes Sociais - Segmentando o Nicho das Empresas", escrito por William Douglas G. de Castro.

- Uma caricatura personalizada feita pelo ilustrador Daniel Paiva.

- Uma blusa (tamanho G) e uma ecobag personalizada do Café com Notícias.

- Um exemplar da Revista Vox Objetiva.

- Um
VALE PRESENTE DO SUBMARINO no valor de R$ 50.


Para participar do sorteio, é preciso seguir as seguintes orientações:
  • Atualização - 29/08/2010 - 11h: Com o intuito de facilitar a participação dos internautas, a regra deste concurso foi alterada.

1) Escreva no comentário deste post: "EU QUERO GANHAR O PRÊMIO DE 3 ANOS DO CAFÉ COM NOTÍCIAS". O seu comentário já é um pré-ingresso para a participação da promoção, pois será um sorteio.

2) Ainda, na parte de comentários, não esqueça de deixar o nome, sobrenome, idade, email, cidade/estado onde mora. Caso o participante não queira deixar esses dados expostos na parte de comentários, pode enviá-los para o email: wander.veroni@gmail.com . Mas, em todo caso, ele deve publicar pelo menos nome e sobrenome para que evitar de ter dois participantes com o mesmo nome.

3)
Opcional: para ajudar a replicar a promoção pelas redes sociais, publique no Twitter, Orkut, blogs ou Facebook a seguinte frase:

No aniversário de 3 ANOS do @cafecnoticias, quem ganha o presente é você http://bit.ly/cnHZgH

4) Os participantes podem se inscrever até às 18h do dia 11/09/2010. O sorteio será no dia 12/09/2010, na parte da tarde. O vencedor da promoção tem até dois dias úteis para reclamar o prêmio senão haverá outro sorteio. Boa sorte!


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ATUALIZAÇÃO - 19h50 - 12/09/2010:

- A grande vencedora da promoção de 3 ANOS do Café com Notícias foi a leitora Denize l. Silva, de Goiânia (Go). Veja abaixo o vídeo do sorteio:






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Wander Veroni
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Ponto de Vista – Nas eleições, o meu voto não é pinico




Eleição é coisa séria, afinal o futuro do nosso país está em jogo. A democracia é assim: todos tem a chance de mostrar a sua opinião. Seja ela contra ou a favor. Se a voz da maioria será boa ou ruim, só o tempo dirá. Por isso, nunca concordei com essa história de votar no “menos pior”. Você contrataria um funcionário “menos pior” em um processo seletivo? Desculpa, mas eu não. Se, depois de avaliar todos os candidatos, nenhum me conquistar ou se mostrar verdadeiro nas convicções apresentadas, o melhor é abrir outro processo seletivo. Não tem mistério. É preciso ter mais consciência e compromisso consigo mesmo.

Que me desculpem os céticos, mas nas eleições o meu voto não é pinico. Votar é um ato de muita responsabilidade. Quando colocamos um “candidato menos pior” estamos concordando com a falta de caráter, a ausência de ética, de profissionalismo e, acima de tudo, de não termos um compromisso com a sociedade. É preciso ter personalidade e dignidade, oras! Confesso que ainda não decidi o meu voto em todos os cargos que temos esse ano. São muitos e a pesquisa está a todo vapor. Alguns serão avaliados e, outros terão o meu voto novamente. E se alguém esqueceu, para esse ano, temos que votar para presidente, governador, senador, deputado federal e estadual. Ufa! A dica é levar uma listinha para a urna, pois são muitos números...rs.

Em todo caso, independente de acompanhar o noticiário político, debates e horário eleitoral, é muito importante pesquisar sobre a história e ideologia dos partidos e do candidato em questão antes de votar e, acima de tudo, não se deixar levar pela onda das pesquisas de intenção de voto. No caso dos cargos do legislativo, muitos deputados e senadores trabalham para um determinado tipo de pauta, como saúde, educação, meio ambiente, agricultura, direito do consumidor, movimentos sociais, enfim, o ideal é votar em um que esteja trabalhando em prol da realidade que você está inserido.

Mais do que saber o voto para presidente, é importante decidir o seu voto para os cargos do legislativo. Acompanhar o trabalho de um determinado deputado ou senador e vê se ele realmente está trabalhando ou esta ali “a passeio”. Essa atitude é importante para que possamos mudar a realidade do nosso Congresso, Senado e Assembléia Legislativa. Se existe corrupção por lá, a culpa é sua, minha, de todo mundo. Afinal, na última eleição, por preguiça ou comodismo, deixamos de pesquisar o histórico de determinado partido e candidato. Pense nisso. Nas eleições, lembre-se que, nos próximos quatro anos, você está contratando um funcionário para tomar conta da sua casa, do seu negócio. Vote certo, vote consciente. Valorize o seu poder de escolha!



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*Observação: Este artigo faz parte da minha participação na seção Ponto de Vista, do site do Cena Aberta, onde três jornalistas publicam um artigo mostrando pontos diferenciados sobre o mesmo assunto. Todo sábado você vai encontrar
artigo escritos por Endrigo Annyston, Emanuelle Najjar e Wander Veroni.





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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Série Especial - Viagem à cidade de São Paulo em fotos




Os leitores que me acompanham aqui no @cafecnoticias sabem que no final de julho viajei para São Paulo para participar do 5º Congresso de Jornalismo Investigativo da Abraji. Conforme prometido, segue a 2ª parte dessa série especial sobre a cidade que “nunca dorme”. Como o meu tempo anda muito corrido por causa do trabalho, resolvi fazer algo diferente. Ao invés de escrever, vou fazer um apanhado geral com fotos. E, no próximo post, final desta série, conto como foi o Congresso, combinado? Então, vamos as fotos:







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sábado, 14 de agosto de 2010

Fogo destrói parte do centro histórico de Congonhas



Séculos de história e arte, em Congonhas (MG), quase foram totalmente destruídos, na madrugada desse sábado (14/08). O fogo consumiu duas lojas e deixou outras danificadas. Artesãos que trabalham como lojistas no local estão no prejuízo. O centro comercial e histórico fica próximo das seis capelas que representam os passos da Paixão de Cristo e da Igreja de Bom Jesus do Matozinhos, onde estão os 12 profetas esculpidos em pedra-sabão, no século XVIII. Situada a 70 km de Belo Horizonte (MG), Congonhas possui um expressivo conjunto de arte barroca feita por Aleijadinho.

O chamado ao Corpo de Bombeiros foi feito por um vigilante e atendido pela unidade de Conselheiro Lafaiete, cidade a 20 km de Congonhas. Mas, pelo fato da cidade histórica não possuir uma unidade própria dos bombeiros, eles só conseguiram chegar quando as chamas já tinham se alastrarado pelos dois casarões que, atualmente, sediam lojas de artesanato local.

Ainda, de acordo com o Corpo de Bombeiros, não se sabe as causas do incêndio que, por pouco, não consumiu todo o complexo histórico. Durante toda manhã, uma equipe da Defesa Civil tentava, com baldes, controlar o incêndio, que começou às 4h da madrugada de sábado.

Mas, o que chama a atenção, é como uma cidade considerada patrimônio cultural da humanidade - e que possui um dos maiores acervos de arte barroca do mundo, não possui hidrantes, brigadistas, nem uma unidade do Corpo de Bombeiros? Veja na reportagem abaixo:





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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

9º Festival Lixo e Cidadania acontece em BH






Incentivar técnicas de preservação ao meio ambiente por meio da reciclagem e mobilizar a sociedade em torno da importância do catador de papel como agente social. De 16 a 21 de agosto, Belo Horizonte será palco da 9ª edição do Festival Lixo e Cidadania. De acordo com os organizadores, o evento deve receber mais de 1,5 mil catadores de materiais recicláveis de várias partes do país, além de delegações internacionais. A entrada é gratuita e as atividades públicas acontecerão na Serraria Souza Pinto por meio do atendimento educativo do Centro Mineiro de Referência em Resíduos. Clique aqui para fazer a inscrição para participar do Festival.

Para este ano, o Festival inova ao oferecer aos participantes um formato mais dinâmico para o debate de temas importantes como sustentabilidade, economia solidária e as políticas nacional e estadual de resíduos sólidos urbanos. Também serão ouvidos especialistas da área pública, privada e acadêmica, além de catadores e representantes da sociedade civil que poderão participar oferecendo ao público uma visão geral dos assuntos discutidos. “Queremos dar voz àqueles que efetivamente são protagonistas da cadeia da reciclagem no país e que costumam não ser ouvidos pela sociedade”, afirma o coordenador geral do Festival Lixo e Cidadania, José Aparecido Gonçalves.

A programação está dividida em duas partes: a temática e cultural. Entre os dias 16 e 18 de agosto, catadores, ambientalistas, acadêmicos e demais interessados vão debater temas como logística reversa, pagamento pelos serviços ambientais urbanos e a incorporação formal dos empreendimentos dos catadores na prestação de serviços da coleta seletiva.

De 19 e 21 de agosto, a programação é cultural, com exposições de artistas plásticos brasileiros e franceses, além dos shows de Pedro Luis e a Parede, Orquestra Contemporânea de Olinda, Bossa Cuca Nova, Casuarina, Banda Del Rey e Instituto Especial Soul Music com Thalma de Freitas e Kamau. Para a programação noturna, os ingressos custam R$ 20 inteira e R$ 10 com meia-entrada para estudantes. Clique aqui e confira a programação completa do evento.

Em tempo

A reciclagem é o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto. Muitos materiais podem ser reciclados e os exemplos mais comuns são o papel, o vidro, o metal e o plástico. As maiores vantagens da reciclagem são a minimização da utilização de fontes naturais, muitas vezes não renováveis e a minimização da quantidade de resíduos que necessita de tratamento final, como aterramento ou incineração. (Fonte: Wikipedia)



Fotos: Elias Henrique / Colaborou: Flávia Cartacho.




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Wander Veroni
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Ponto de Vista – Hoje em dia, qualquer um é celebridade


Banalizou. É a coisa mais corriqueira do mundo. Qualquer um que ganha certa notoriedade se diz celebridade. Ou pior: é tratado pela mídia como um. Não que ser celebridade seja uma coisa ruim. Na verdade, acredito que nem deva ser. Deve ter alguma coisa boa e má em ser famoso. Afinal, tem muita gente que daria o "dedo mindinho" por mais 15 minutos de fama. Mas, o que me incomoda, é a forma como a palavra CELEBRIDADE perdeu o significado e virou outra coisa. É, no mínimo, muito estranho.

Ex-participante de reality show, namorada de jogador de futebol, modelo que janta com atriz no restaurante, enfim, a lista é grande. Já existe hoje na TV aberta um reality show especializado em laçar esse nicho de famosos para formular um elenco para esse tipo de atração, do qual nem é preciso falar o nome...rs. #abafa

De certo, essa má conotação da palavra celebridade confunde o público. Foi-se o tempo em que as pessoas eram reconhecidas pelo trabalho e por aquilo que representam de útil para a sociedade. Claro, graças a Deus, que nem todos os veículos de comunicação dão espaço para esse tipo de “talento”. Desde quando ter uma vida particular movimentada dá uma pessoa o título de célebre?

A vida alheia desperta curiosidade e uma indústria ávida por pseudo-notícias: “fulana de tal vai ao Leblon e toma um sorvete”; “cicrano faz corrida no calçadão da orla carioca” ou “modelo vai ao shopping e compra um livro”. Poupe-me! Isso nunca foi notícia...é tão descartável como qualquer fast-food. Que, aliás, o consumo em excesso, pode fazer muito mal à saúde - inclusive, a mental, diga-se de passagem.


» http://noticias.r7.com/blogs/querido-leitor/2010/08/09/lucas-celebridade/


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*Observação: Este artigo faz parte da minha participação na seção Ponto de Vista, do site do Cena Aberta, onde três jornalistas publicam um artigo mostrando pontos diferenciados sobre o mesmo assunto. Todo sábado você vai encontrar
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