
Falou-se muito na mídia, em 2009, que o Gugu estava insatisfeito no SBT e que queria novos desafios. Pois bem, neste domingo (30/05), ele terá o maior deles: conseguir emplacar o programa em um novo horário, às 16h, batendo de frente com o futebol e pegando o embalo da Ana Hickman, que não tem feito feio, desde que substitui a Eliana no “Tudo é Possível”. Perde o público que consagrou o “Domingo Espetacular” em horário vespertino e que agora terá que assistir a revista eletrônica às 20h. Mais uma vez vemos a Record mudando tudo de horário, para variar...rs
Sinceramente, não sei se o Gugu à tarde foi a melhor solução. Antes fosse apenas o horário...mas o que a Record não quer admitir que Gugu ainda não mostrou a que veio: salário milionário, verba de produção de dar inveja a qualquer um e um programa sem nenhum tempero. Assim fica difícil, hein! O apresentador que já ficou famosos por bater de frente com o Faustão aos domingos, se acomodou. Qual é a novidade que o Gugu trouxe à Record? Nenhuma. Praticamente, continuou fazendo os mesmos quadros assistencialistas e mal editados que fazia no SBT.Não é à toa que a audiência das noites de domingo da Record despencou. Se não houver um investimento em uma produção mais criativa, novos quadros e um programa que surpreenda o telespectador, não vai ser uma mudança de horário que irá salvá-lo da geladeira ou do limbo. O telespectador não é trouxa: se não agradar, é só mudar de canal, acessar a internet, jogar vídeo-game, ver um DVD ou passear com os amigos e/ou familiares. Opção é que não falta!
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*Observação: Este artigo faz parte da minha participação do projeto Ponto de Vista, do site do Cena Aberta, onde três jornalistas publicam um artigo mostrando pontos diferenciados sobre o mesmo assunto. Todo sábado você vai encontrar, no blog do Cena Aberta, uma concha de retalhos dos principais pontos de cada artigo escritos por Endrigo Annyston, Emanuelle Najjar e Wander Veroni. E, no site, o texto individual de cada autor.Gostou do Café com Notícias? Então, siga-me no Twitter, assine a newsletter e participe da página no Facebook e da comunidade no Orkut.
Wander Veroni
Jornalista
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Se tem uma coisa que o brasileiro gosta de discutir são as telenovelas. Essas atrações, por décadas, servem para levantar debates importantes na nossa sociedade. E, querendo ou não, é a obra que fala abertamente da cultura brasileira nas suas mais variadas formas. Vira e mexe, vemos um assunto de uma telenovela virar pauta nos noticiários – ou, até mesmo, o assunto mais comentado no Twitter.
“Passione” estreou com um elenco de primeira, mas com uma história de quinta. Cheio de velhos clichês e apostando no dramalhão, a trama não emplacou. Não houve surpresa, nem novidade. O casal de vilões vividos por Mariana Ximenes e Reynaldo Gianecchini, lembra de longe a mesma dupla mal caráter de Márcio Garcia e Cláudia Abreu em “Celebridade”.
Fica a impressão de que para a Record, pouco importa se o telespectador esteja acostumado ver um programa no horário X e, de uma hora para outra, passe para Y. São esses pequenos detalhes nada estratégicos que afastam o público que não consegue enxergar tradição no canal. Pelo menos, a título de compensação, o R7 – assim como a Globo Vídeos, na Globo.Com, tem colocado algumas atrações na íntegra na internet, o que é uma alternativa para que o telespectador consiga acompanhar os seus programas prediletos.



Na contramão do glamour, um programa que começou como quadro no Fantástico ganhou o seu espaço semanal no horário nobre do Plim-Plim, o Profissão Repórter. Nele, o veterano Caco Barcellos comanda um grupo de jornalistas iniciantes para a produção de programas especiais, a partir do olhar diferenciado de uma pauta central.



Não o conheço pessoalmente, nem sou fã dele. Gosto de histórias. E a dele me chamou atenção em meio a tantas outras – tão ou mais importantes quanto essa, que renderiam um post e, quem sabe, uma matéria.
Mas, a história dele, querendo ou não, é de superação, assim como o da personagem Luciana, na novela Viver a Vida. Apurando alguns fatos na internet, vi que Fernando praticava esportes antes do acidente e era baladeiro. Teve alguns escândalos pessoais que lhe renderam a fama de bad boy.
Confesso que não assisti o Big Brother Brasil em que Fernando Fernandes participou. Mas, como bom jornalista, gosto de histórias. E no mundo onde sempre as tragédias rendem manchete, em detrimento das notícias boas, a saga de Fernando Fernandes para superar as adversidades, merece ser destacada. Quem sabe, em 2011, o Boninho se anima e leva o ex-BBB para o programa novamente? Com certeza, seria uma baita repercussão, assim como foi esse ano com o lutador Marcelo Dourado.
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